SE UMA ÁRVORE CAIR – Filme – Grupo Recreativo da Quinta da Lomba

Anos 50, interior de Portugal. É o auge da campanha do trigo, e a versão portuguesa do arbeit macht frei arrasta milhões de cidadãos para um êxodo. Começaria a Guerra Colonial dentro de menos de uma década e as transformações profundas na Europa tardavam a chegar ao Retângulo.

2018, Alto do Seixalinho. Num qualquer café, três netos desse êxodo decidem encaixar o material num Opel Corsa e seguir pelo país à procura daquilo de que os seus avós fugiram, daquilo que os seus pais lhe contaram, daquilo que faz com que na nossa existência urbana sejamos todos de qualquer outro lado menos daqui.

Se Uma Árvore Cair leva-nos numa viagem por três sítios do interior, a aldeia de Paiágua, perdida nas serras da beira, o Rosmaninhal na planície arraiana e a cidade de Serpa, na margem esquerda do Guadiana. Por estes três locais, gravam o que ouvem, filmam o que veem e falam com quem por lá fica, à procura de uma coisa que ninguém sabe o que é mas de que nenhum tem dúvidas que só lá o pode encontrar.

SE UMA ÁRVORE CAIR – Filme – Santoantoniense Futebol Clube

Anos 50, interior de Portugal. É o auge da campanha do trigo, e a versão portuguesa do arbeit macht frei arrasta milhões de cidadãos para um êxodo. Começaria a Guerra Colonial dentro de menos de uma década e as transformações profundas na Europa tardavam a chegar ao Retângulo.

2018, Alto do Seixalinho. Num qualquer café, três netos desse êxodo decidem encaixar o material num Opel Corsa e seguir pelo país à procura daquilo de que os seus avós fugiram, daquilo que os seus pais lhe contaram, daquilo que faz com que na nossa existência urbana sejamos todos de qualquer outro lado menos daqui.

Se Uma Árvore Cair leva-nos numa viagem por três sítios do interior, a aldeia de Paiágua, perdida nas serras da beira, o Rosmaninhal na planície arraiana e a cidade de Serpa, na margem esquerda do Guadiana. Por estes três locais, gravam o que ouvem, filmam o que veem e falam com quem por lá fica, à procura de uma coisa que ninguém sabe o que é mas de que nenhum tem dúvidas que só lá o pode encontrar.

SE UMA ÁRVORE CAIR – Filme – Associação de Acção dos Reformados do Barreiro

Anos 50, interior de Portugal. É o auge da campanha do trigo, e a versão portuguesa do arbeit macht frei arrasta milhões de cidadãos para um êxodo. Começaria a Guerra Colonial dentro de menos de uma década e as transformações profundas na Europa tardavam a chegar ao Retângulo.

2018, Alto do Seixalinho. Num qualquer café, três netos desse êxodo decidem encaixar o material num Opel Corsa e seguir pelo país à procura daquilo de que os seus avós fugiram, daquilo que os seus pais lhe contaram, daquilo que faz com que na nossa existência urbana sejamos todos de qualquer outro lado menos daqui.

Se Uma Árvore Cair leva-nos numa viagem por três sítios do interior, a aldeia de Paiágua, perdida nas serras da beira, o Rosmaninhal na planície arraiana e a cidade de Serpa, na margem esquerda do Guadiana. Por estes três locais, gravam o que ouvem, filmam o que veem e falam com quem por lá fica, à procura de uma coisa que ninguém sabe o que é mas de que nenhum tem dúvidas que só lá o pode encontrar.

SE UMA ÁRVORE CAIR – Filme – AURPIL Lavradio

Anos 50, interior de Portugal. É o auge da campanha do trigo, e a versão portuguesa do arbeit macht frei arrasta milhões de cidadãos para um êxodo. Começaria a Guerra Colonial dentro de menos de uma década e as transformações profundas na Europa tardavam a chegar ao Retângulo.

2018, Alto do Seixalinho. Num qualquer café, três netos desse êxodo decidem encaixar o material num Opel Corsa e seguir pelo país à procura daquilo de que os seus avós fugiram, daquilo que os seus pais lhe contaram, daquilo que faz com que na nossa existência urbana sejamos todos de qualquer outro lado menos daqui.

Se Uma Árvore Cair leva-nos numa viagem por três sítios do interior, a aldeia de Paiágua, perdida nas serras da beira, o Rosmaninhal na planície arraiana e a cidade de Serpa, na margem esquerda do Guadiana. Por estes três locais, gravam o que ouvem, filmam o que veem e falam com quem por lá fica, à procura de uma coisa que ninguém sabe o que é mas de que nenhum tem dúvidas que só lá o pode encontrar.

 

Bolsa de Criação OUT.RA 2018: trabalho final apresentado em Dezembro em itinerância pelo Concelho

O último mês do ano marca as apresentações públicas do trabalho desenvolvido pelos bolseiros OUT.RA em 2018 – Hélder Menor, João Antunes e João Pinheiro – na sua demanda pelas raízes rurais dos seus antepassados, numa história comum a tantos e tantos barreirenses descendentes dos movimentos migratórios do séc. XX em direcção ao Barreiro.
 
“Se Uma Árvore Cair” é o título do trabalho final a apresentar, assinalado por dois momentos: o primeiro, uma performance audiovisual que faz uso das recolhas sonoras e visuais obtidas pelos bolseiros em Paiágua, Rosmaninhal e Serpa, e que terá lugar na Casa da Cultura da Baía do Tejo, no dia 7; o segundo, um filme documental produzido durante a deslocação a esses três locais, apresentado em quatro sessões por várias colectividades do Concelho: a AURPIL, no Lavradio, a Associação de Acção de Reformados do Barreiro (1º andar da Piscina Municipal), o Santoantoniense F.C., em Sto. António e o Grupo Recreativo da Quinta da Lomba, em Sto. André, nos dias 13, 14, 15 e 16 respectivamente.
 
Todas as sessões são de entrada livre.